Não foi um processo de credenciação fácil. Prevenir e desconfiar devem ser as palavras de ordem do nosso país vizinho, no que a segurança diz respeito. Para além de ter sido moroso - e estou a usar um termo simpático - obter a fitiinha de colocar ao peito e que nos dá luz verde para trabalhar devidamente, a assistência humana e técnica fornecida aos jornalistas está, na minha opinião, muito aquém das espectativas. Em nome de uma segurança excessiva não pode valer tudo. Um bocadinho mais de simpatia dava jeito. Mesmo muito jeito.
quinta-feira, 11 de Setembro de 2008
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